"Porque a vida é uma caixinha de surpresas"

sábado, 16 de maio de 2009

Similitudes Sentimentais

O ódio é um sentimento muito próximo ao amor. São dois extremos separados por uma película tão frágil, tão sensível, que basta um sopro para rompê-la.

Quem ama também odeia, sentir um não exclui o outro. Eles podem inclusive serem sentidos ao mesmo tempo. De sorte que nem o próprio sujeito da situação entenda como isso é possível, causando dúvida e insegurança. 

Eu penso que de todos os sentimentos o maior deles é o amor e, talvez por isso, apesar de odiarmos por alguns momentos, o amor prevalece.

Algumas pessoas pensar estar amando, quando na realidade estão apenas apaixonadas. Tire a prova, se o amor prevalecer ao ódio, saberás a resposta.

De certo, é complicado entender o que digo caso não se tenha vivido situação semelhante. Quem está de fora jamais compreenderá o que se passa por dentro. Essas pessoas inclusive chegam a sentir raiva de nós, por não conseguirmos explicar o que sentimos, por nos ver tão zangada e depois tão encantada com a mesma pessoa.

Eu compararia essa variação de sentimentos aos fenômenos climáticos da natureza. Onde a metereologia sempre faz uma previsão, mas de vez em quando somos surpreendidos por enchentes, vendavais, tempestades, chuvas de granizo, desmoronamento de terras, entre outros.

O importante é termos artifícios para contornar "fenômenos sentimentais" de nossa natureza, não previstos pela metereologia,  para reconquistar o equilíbrio e a paz interior.

4 comentários:

Anônimo disse...

Gostei! Eu te entendo...

Anônimo disse...

De fato alguém já disse, e eu concordo, que o contrário do amor não é o ódio, mas a INDIFERENÇA.

Giselle Viegas disse...

Bem, o contrário pode ser a indiferença mesmo. Mas eu disse que ódio e amor são similares e não contrários.

Anti-herói disse...

Belo texto Giselle, mas acho que em matéria de sentimentos humanos a natureza anda perdendo nas variações,eheheheheheheheh. Concordo que do amor não pode advir o ódio,mas tão-só da paixão. Todavia há casos que este "amor" foi criado, idealizado. Trocando em miúdos, a pessoa a quem se amava mostra-se outra completamente diferente. E ai, o que vc acha? pode ou não pode surgir um ódio visceral?